Gerenciamento de projetos

Operação e serviços de TI

O que vem depois que o software entra em produção, e por que essa parte precisa de processo próprio.

Depois que o software entra em produção, o trabalho muda de natureza. Deixa de ser projeto, que tem começo e fim, e passa a ser serviço, que tem nível acordado e não termina. Essa mudança exige processo, papel e métrica diferentes dos que servem para construir.

Estes frameworks têm origem no mundo de processo, e por isso costumam ser lidos como opostos à agilidade. Não são. O ITIL 4, de 2019, incorporou Lean, ágil e DevOps de propósito, e a maior parte das organizações que funciona bem opera em modo híbrido: entrega de forma ágil e sustenta com processo de serviço.

Se você chegou aqui pela trilha de gerenciamento de projetos ágeis, esta é a etapa seguinte ao DevOps.

Etapa 4

Operar TI como serviço

Depois que o software entra em produção, o trabalho muda de natureza. Deixa de ser projeto com fim e passa a ser serviço com nível acordado, e isso exige processo, papel e métrica próprios.

O instrumento

Combinar e medir o nível de serviço

Sem acordo escrito, nível de serviço é expectativa, e expectativa não medida vira reclamação. O acordo é o que transforma promessa em compromisso verificável.

Perguntas

Dúvidas frequentes

O que vem depois de DevOps no ciclo de vida?

A operação. DevOps encurta o caminho entre construir e estar em produção; depois disso o trabalho passa a ser sustentar o serviço com nível acordado, o que exige processo, papel e métrica próprios. É onde ITSM, ITIL e o acordo de nível de serviço entram.

Esses frameworks são incompatíveis com ágil?

Não. O ITIL 4, de 2019, incorporou Lean, ágil e DevOps de propósito, e seus princípios orientadores se parecem com o Manifesto Ágil. Na prática a maior parte das organizações opera em modo híbrido: entrega de forma ágil e sustenta com processo de serviço.

Preciso de ITIL para ter uma boa operação?

Não precisa do framework inteiro nem de certificação. Precisa do que ele organiza: distinguir incidente de problema, ter prazo acordado por severidade, saber o que depende do que, e medir. Quem faz isso bem já está fazendo ITSM, com ou sem o nome.