Gateway único
Acesso centralizado a diferentes modelos numa interface só, sem cada time integrar o próprio.
Quando cada time começa a usar IA do seu jeito, com o modelo que preferir e sem controle nenhum, o risco cresce junto com a adoção. Projetamos uma plataforma própria para colocar governança nesse uso, sem travar quem já produz com ela.
O ponto de partida foi um problema comum a qualquer empresa que adota IA rápido demais para a governança acompanhar: acesso disperso a diferentes modelos, sem visibilidade de custo, sem controle sobre que dado passa por eles e sem trilha de auditoria. A resposta não foi comprar uma ferramenta pronta. Foi projetar e construir uma plataforma própria, internamente, com recursos open source, batizada de Governance Platform IA.
Ela funciona como um gateway único: qualquer aplicação, agente ou colaborador que precisa de IA passa por ali, não importa qual modelo está por trás. Isso concentra numa camada só o que antes ficava espalhado entre times e ferramentas: quem pode acessar o quê, quanto cada acesso custa, e o que fica registrado para auditoria.
Atuo no desenho arquitetural e técnico, e em trazer para o time a pergunta que o problema imediato esconde. Quem constrói pensa em fazer funcionar; meu trabalho é garantir que a plataforma responda também ao que a organização vai cobrar depois: governança de acesso, FinOps, observabilidade de ponta a ponta, segurança do dado que passa por um modelo e a trilha de auditoria que sustenta compliance. Foi assim que a decisão de construir internamente, com componente open source, ficou de pé em vez de virar contrato com solução fechada de terceiro.
Resultado
Governança aplicada, não prometida
Arquitetura
Capacidades
Acesso centralizado a diferentes modelos numa interface só, sem cada time integrar o próprio.
Um ponto central para publicar e disponibilizar agente e automação construídos sobre os modelos.
Proteção contra vazamento e controle sobre que informação sensível chega a passar por um modelo.
Quem pode acessar o quê, escrito num lugar só: permissão e limite organizados por área da empresa, não combinados pessoa a pessoa.
Quais modelos ficam disponíveis para qual área, e o que fica fora. Modelo novo entra por decisão, não porque alguém encontrou a chave de API.
Limite de uso definido por usuário, por time ou por aplicação, com visibilidade antes do custo virar surpresa.
Rastreabilidade das interações com IA, para compliance e para melhoria contínua do próprio uso.
Visibilidade em tempo real de consumo, uso e desempenho, para quem precisa decidir sobre a operação.
Implantação rápida por API, sem exigir infraestrutura nova de quem só quer consumir o modelo.
Adoção de IA sem governança não é agilidade, é risco represado. A plataforma não existe para desacelerar quem já produz com IA: existe para que ninguém precise escolher entre usar rápido e usar com segurança.
Na sua operação, dá para dizer hoje quem está usando qual modelo, com qual dado, e a que custo?